29 de novembro de 2010

Artigo #1: Vinícius

Duas aliadas, a violência e o crime

               Bem, como todos já sabem, em nossos dias a violência e o avanço das drogas estão em um enorme avanço em nosso país. E não é nada diferente em minha cidade, que é situada em São Leopoldo, no Estado de Rio Grande do Sul.
               Ocorreu uma situação no dia 07 de março no ano de 2010, aproximadamente às 9 horas, em um bairro de São Leopoldo. Uma denúncia anônima feita à Brigada Militar dava conta de que um homem fazia o recolhimento de dinheiro arrecadado com a venda de entorpecentes em um ponto de drogas. Alberto, 33 anos, mais conhecido como Kiko, e outros dois suspeitos identificados como Anderson, 24 anos - segurança de Kiko -, e Ailton, 22 anos - supostamente responsável pela a boca de fumo -, foram detidos em flagrante e apresentados à Polícia Civil.
               A ação apreendeu os suspeitos e junto com eles, pouco mais de R$ 1,2 mil em espécie, um revólver calibre 38, com seis cartuchos intactos e dez pedras de crack acondicionadas em um tubo de plástico. O trio foi abordado próximo a um veículo GM Astra o qual foi citado pelo denunciante.
               Bem, como já disse, a violência e o avanço das drogas estão muito avançados em nosso país, muita violência, "bondes", traficantes, polícia corrupta e muitos fatores dentro desta questão. Na maioria das vezes pessoas de má indole acham que no tráfico e no crime vão conseguir dinheiro fácil e acabam apelando para o tráfico de drogas e práticas ilícitas. Muitas vezes, pessoas desinformadas acabam sendo enganadas e caindo no tráfico de drogas e acabam no mundo do crime, e tornando-se usuários de drogas.
                Uma coisa temos que deixar bem claro: sem o consumidor não existiria o vendedor. Claro que acabar com o problema das drogas e do crime é quase que imposssível, mas, sim, podemos tentar amenizar esta situação.
                Dar o exemplo, fazer denúncias, educar nossos filhos adequadamente, estar sempre bem informado e poder contar com uma maior ação dos orgãos públicos, são ações que contribuem para o combate desse problema.

 Vinícius Thiago Albuquerque Jardim

25 de novembro de 2010

Artigo #2: Jéssica Maraschin

Urubus na Bienal
            Bandeira Branca, uma obra do artista Nuno Ramos, que ocupava o vão central do prédio que recebeu a 29ª Bienal de São Paulo causou muita polêmica. A instalação de Nuno Ramos, com três urubus em cativeiro, foi alvo de protesto e teve o muro pichado com a frase “liberte os urubus”.
            O protesto acusava supostos maus tratos nos animais, que estavam cercados por uma rede de proteção.
            Embora a fundação Bienal tenha conseguido a autorização do Ibama para o transporte e o manejo das aves que pertenciam ao Parque dos Falções, em Sergipe, o Ibama resolveu revogar a licença e pediu a retirada das aves com a justificativa de que o ambiente era fechado, sem incidência de sol e com excesso de barulho.
            Primeiramente, as aves estavam sendo bem tratadas, pois já eram criadas em cativeiro no parque ao que pertenciam e eram acompanhadas diariamente por um criador. Além disso, a instalação da Bienal foi inspecionada  por um médico veterinário antes das aves serem levadas.
            Em segundo lugar, porque as pessoas  estavam protestando sobre o trabalho de um artista que tem toda liberdade de expressão, além de ter a permissão do Ibama? As aves estavam sendo tratadas melhores do que muita gente, que todo dia morre de fome e são exploradas e assediadas. Porque estas mesmas pessoas não se preocupam com tais problemas sociais? “eu poderia segurar uma faixa 'Solte o animais', isto não é protegê-los. Porque as pessoas não se juntam aos voluntários para tratar os animais?” questionou José Percílio Menezes, fundador do Parque dos Falções.
            Enfim, as pessoas realmente não se preocupam com as vacas e os bois que são sacrificados todos os dias, e nem sequer se lembram dos cachorros nas ruas que ficam revirando as lixeiras para terem algo para comer. Não pensam em quando deixaram abandonado o seu cachorro, ou o gato, ou qualquer outro animal pelo simples motivo de não quererem mais criá-los. E agora se importam com as aves que estavam expostas tão bem tratadas com comida e médico veterinário. Realmente não tem como entender essas pessoas.
            Seria mais correto se essas preocupações fossem voltadas para um bem maior, como, por exemplo, a saúde precária de nosso país ou até mesmo o abandono dos idosos.

Jéssica Maraschin

20 de novembro de 2010

Artigo #2: Bruna Fernanda

Jogada de palhaço

 Um palhaço, um bordão popular e uma campanha bem bolada, esses foram os elementos fundamentais que levaram Francisco Everardo Oliveira Silva, o famoso Tiririca, a se tornar o deputado federal mais votado do Brasil nessas eleições, com mais de um milhão de votos conquistados em São Paulo.
Mas será que toda essa história foi uma grande manifestação contra a política atual ou um meio de manipular os eleitores desiludidos e que ansiavam por um representante do povo?
 Na minha opinião, as evidências que comprovam que Tiririca é analfabeto é que mostram que o que está ruim pode sim piorar, pois o mínimo que se exige de um deputado é que ele possa ler, encaminhar documentos e buscar recursos para seu estado.
 É claro que conhecer os problemas e dificuldades que o povo enfrenta é algo importante, mas sem atitudes concretas e sérias, as piadinhas e a alegria não passam de mera palhaçada.
 Mas, apesar de toda essa história é preciso reconhecer que Tiririca conseguiu elevar seu índice de popularidade em apenas alguns meses, enquanto que Lula demorou anos para conquistar esse mérito.
Será que, daqui a algum tempo não teremos um palhaço como presidente? Fica a questão.


Bruna Fernanda da Rosa dos Santos

Artigo #1: Bruna Fernanda

Recursos indispensáveis

 As cidades brasileiras enfrentam problemas que infelizmente já fazem parte do cotidiano da população. E em São Leopoldo, cidade da região metropolitana de Porto Alegre, a situação não é diferente. Assuntos como falta de segurança, de moradia adequada e precariedade nos sistemas de esgoto e de água diariamente estampam as capas dos jornais locais.
 Na minha opinião, apesar desses “concorrentes de peso”, a principal vilã da história é mesmo a violência. E não são poucos os casos de assalto em São Leopoldo, tendo como destaque os ocorridos na ponte do Rio dos Sinos que, sem monitoramento policial, se torna um “ponto fácil” para a ação de bandidos.
Em meio a tudo isso, felizmente estão sendo encaminhadas iniciativas voltadas para os problemas presentes na sociedade.
Um exemplo é a ida dos prefeitos da região à Brasília, noticiada pelo Jornal VS do mês de outubro, em busca de recursos do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento 2), quando compareceram os prefeitos de Sapucaia do sul, São Leopoldo, Esteio e Sapiranga.
 Enquanto isso, nós leopoldenses, aguardamos com esperança que essas ações, juntamente com outras, possam devolver à São Leopoldo aquele aconchego e segurança de antigamente.

Bruna Fernanda da Rosa dos Santos

Artigo #1: Rafael Almeida

Imprudência no Trânsito
           
Estamos vivendo hoje em dia, tempos em que a pressa está presente na vida de quase todas as pessoas que conhecemos. Tanta pressa assim acaba deixando de lado o cuidado com a própria vida e a vida das outras pessoas que nos rodeiam. Assim, nossa vida é um relógio que tentamos acompanhar, mas que, muitas vezes acaba se tornando uma missão quase impossível.
Um exemplo desse desequilíbrio todo é o trânsito. Hoje, quando ligamos nossos televisores, as primeiras notícias que ouvimos são de que tantas pessoas de uma mesma família morreram ou de que amigos morreram em alguma estrada, após saírem de uma festa alcoolizados. Infelizmente estão se tornando cada vez mais comuns essas notícias trágicas. No trânsito não é só a sua vida que está em jogo, mas  a de todos, que querem ter,  no trânsito a segurança de uma boa viagem.
São essas tragédias, causadas principalmente por motoristas alcoolizados e por ultrapassagens arriscadas, que se acabam sonhos e vidas que poderiam ser brilhantes e por ali ficam, naquelas estradas sangrentas. Mesmo com leis e trabalhos de conscientização, essa realidade não acaba. Talvez porque essas leis não estejam sendo aplicadas de maneira rigorosa.
Temos um exemplo desse tipo de caso, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, onde um senhor de 54 anos, morador do bairro Feitoria, ao tentar atravessar a BR116 foi atropelado por um carro em alta velocidade, que o jogou longe e o motorista não prestou socorro imediato a esse senhor. Ali, naquele momento, a alta velocidade foi o fator trágico. Será que a pessoa do carro estava com pressa? Tinha um compromisso e estava em cima da hora? Talvez sim. Talvez não. O certo é que esse senhor que foi atropelado, ficou paraplégico. Quem sabe se ali não acabaram suas esperanças de viver bem. Ele não sabe quem o atropelou, mas isso ficará marcado para resto de sua vida. E por causa de quê? De uma imprudência de trânsito.
Garanto que  as pessoas querem  mais fiscalização, sinalização etc. Mas, de que adianta isso sem as pessoas  serem educadas e conscientes de que vivemos em um mundo onde não existe o “só nós” e “nossa família”, existem milhares de seres que procuram o mesmo que você : segurança em fazer uma determinada ação. Hoje, você sai de casa e vai para uma viagem e não sabe se chegará vivo. Cada um de nós deve ter uma noção do que é segurança no trânsito e de que essa consciência só vai fazer bem ao trânsito.
Não é pensando só em você que idéias como essa devem ser colocadas em prática, é pensando também no coletivo. Quem sabe se suas boas atitudes no trânsito não servirão de exemplo ao seu filho!

Rafael Almeida Pacheco

19 de novembro de 2010

Artigo #2: Guilherme Oliveira

CULTURA COLORIDA, CÉREBRO EM BRANCO

O TEMA
Estão saindo de cena a indumentária escura, a maquiagem pesada e as músicas lamurientas dos "emos", aqueles adolescentes que se divertem sentindo-se tristonhos. Há cerca de um ano, o cenário pop brasileiro vem sendo tomado por roupas de cores extravagantes e canções animadinhas sobre baladas, namoros e shopping centers. Essa nova vertente, capitaneada por bandas como Restart e Cine, atende pelo nome singelo de happy rock. "O emo briga com a namorada e fica triste. A gente rompe o namoro e, beleza, a vida continua", diz PeLu, guitarrista do Restart. Não é só a melancolia que foi proscrita: a ancestral rebeldia do rock também se foi. Os músicos de happy rock são o orgulho de papais e mamães.
O rock há muito deixou de ser a música que os pais detestam (o rap faz esse papel hoje). E no Brasil, depois da morte de Renato Russo, em 1996, a contestação ficou relegada a artistas desarticulados como Pitty. O happy rock abraça esse estado de coisas com – o que mais poderia ser? – alegria. Resta saber se ela vai durar. A exemplo de Menudo e ‘NSync, grupos assim, cheios de meninos sorridentes, rapidamente deixam de ser fonte de felicidade: basta as fãs crescerem um pouquinho e pronto – eles logo viram motivo é de vergonha.
                                                                                               Revista Veja, 9 de julho de 2010

O GÊNERO/ A MUSICALIDADE
O happy rock é um gênero musical com características muito próximas ao punk rock tocado pelos Sex Pistols na década de 70, que contrariou a idéia que a onda anterior, o rock progressivo, tinha sobre o rock, aquele tocado com acordes complexos e escalas elaboradas, p punk era com apenas 3 acordes simples sem escalas ou melodias elaboradas e batidas simples. Não foge muito também do que caracterizou o melodic hard core no início dos anos 80, que tinha como principal característica as letras mais emotivas com melodias mais tristes e batidas mais lentas, o que nos anos 2000 se transformou em EMOCORE.

O ESTILO / A MODA
As bandas de happy rock têm como seu visual o colorido. Quanto maior o número de cores que houver em suas roupas, melhor. Este visual e estilo de vida dos fãs do happy rock foi o que contradisse a onda anterior, a onda emo, que usava basicamente o preto, unhas pintadas e franjas que tapavam o olho, e que se sentiam tristes e depressivos na maior parte do tempo. Agora a onda é ser feliz, pular, ser colorido, ir ao Shopping Center mostrar as roupas etc.

A CULTURA
A cultura do happy rock se reflete nas letras das musicas dos artistas do próprio gênero e influenciam diretamente o seu público. Apenas estar com roupas fora de combinação, não se preocupar com o resto do mundo, namoro, e shopping Center. O happy rock é conseqüência de uma cultura popular comercial, sem arte.

A ONDA
Cada gênero ou estilo, seja na moda, na musica, ou na arte em geral, acaba criando seus derivados e chega a um momento “barroco” em que ele acaba. O happy rock seja talvez o momento barroco de uma cultura popular comercial da onda Rebelde (RBD), Harry Potter,Crepúsculo, Emo etc.

A POLÊMICA/ O PROBLEMA
Como toda onda comercial o happy rock também ganhou seus inimigos e críticos. Bandas como restart, cine, replace etc. tem em seu maior publico os jovens de 17 anos para menos e em sua maioria meninas, “isso de certa forma transforma a imagem das bandas de happy rock em banda de musicas para criança...” disse DH, vocalista da banda Cine, em uma entrevista na MTV.
O maior problema não está na maneira de se vestir, na musicalidade, no gênero, nos fãs ou em seu gosto, mas sim na maneira em que o sistema tira das pessoas a capacidade de pensar, de se posicionar em relação à política e outros problemas sociais. Querem a coisificação do estudo e da cultura artística que muitos artistas antigos, sejam na musica ou arte em geral, nos proporcionaram para que pudéssemos desenvolver a cultura artística ou sociológica ou política que há em nós, e fazem isso através de garotos de 16 anos de idade que também se tornam vitimas de suas próprias influencias.
As cores da cultura popular tiram o espaço do raciocínio na cabeça do ser humano.

Guilherme Oliveira da Silva

9 de novembro de 2010

Artigo #1: Jéssica Maraschin


Bullying

Bullying, palavra bem conhecida nos tempos de hoje e, sem dúvida, um ato de violência psicológica e física, claramente assumido por algumas pessoas, tanto no trabalho, quanto em colégios e faculdades.
Um ato que discrimina, humilha, e até mesmo chega ao ponto de agredir fisicamente, causando a estas pessoas a perda de sua produtividade, diminuindo sua auto-estima e levando a casos sérios de depressão.
As vítimas geralmente são indivíduos tímidos, com alguma característica física ou comportamental típica, geralmente são pessoas de poucos amigos, e quase sempre são mais novos que os agressores. Ao que tudo indica, os agressores são pessoas que foram mimadas pelos pais, ou até que sofreram com a falta de afeto e de comunicação. Gostam de sentir e mostrar poder, por isso, costumam ser líderes de seus colegas. A maioria é formada por meninos.
Esse tema é bastante discutido nas escolas atualmente, porém, também deveria ser discutido em casa com os pais, pois toda educação começa dentro de nossas casas, quando é dada por nossos pais.
Pessoalmente, acho que não somos melhores ou piores que ninguém para chegar ao ponto de agredir alguém, tanto fisicamente quanto psicologicamente.
É essencial que se faça mais campanhas, propagandas, palestras e discussões, para que, assim, tente se mudar essa situação trágica.

Jéssica Maraschin

4 de novembro de 2010

"Aborto pode ser tema da redação do Enem", diz coordenador do cursinho Objetivo


Estudantes devem se preparar para uma prova com enunciados menores

por Mariana Nadai | 04/11/2010 17h44
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 está chegando. No próximo final de semana, 6 e 7 de novembro, mais de 4 milhões de estudantes farão o exame em todo o Brasil. A menos de dois dias da prova a grande questão é: o que esperar do exame?

Para o professor Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do cursinho Anglo, de São Paulo, "se o ministro da Educação cumprir o prometido, o estudante deve se deparar esse ano com um Enem com enunciados menores", diz. A mesma questão é levantada pelo coordenador do cursinho Objetivo, também de São Paulo, o professor Eduardo Figueiredo. "Os enunciados esse ano devem ser menores. O grande problema do Enem de 2009 foi que os textos das questões eram enormes, por isso muitos estudantes não conseguiram fazer toda a prova", explica o coordenador.

O professor Figueiredo também diz que os estudantes podem ficar ligados em temas como efeito estufa e energia, principalmente energias alternativas, como a solar e a eólica. Sobre a redação, o professor diz que é importante que os estudantes fiquem atentos a temas que são bastante discutidos pela sociedade. "Acho que um dos prováveis temas que podem cair na redação é o aborto, que está sendo bastante discutido. As cotas nas universidades também podem ser um tema, têm aparecido bastante na mídia", comenta Figueiredo. 

Principais problemas
Ambos os coordenadores afirmam que o principal problema da prova neste ano será a proibição do uso do relógio. "Em uma prova extensa como a do Enem, a marcação do tempo é fundamental. Com a proibição do uso do relógio, os fiscais terão que avisar muito bem os estudantes sobre o tempo da prova", diz Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do cursinho Anglo.

- MPF moverá ação contra veto de relógios no Enem

O professor do cursinho Objetivo Eduardo Figueiredo afirma que o estudante terá uma média de três minutos para responder cada questão. Para administrar esse tempo, o uso do relógio é essencial. "Se todas as salas de aula tiverem relógios, não será um problema a falta de um relógio de pulso. Mas, o Brasil é muito grande, acho difícil que em todo lugar tenha um aparelho. E os candidatos que tiverem relógios nas salas de aula terão vantagem sobre os outros", alerta o professor.

- Resolva o Simuladão Enem Guia do Estudante 2010

Dicas para fazer a prova 
"Manter o ritmo de estudo é importante nessa etapa final antes da prova. Se a pessoa costuma estudar seis horas por dia, continue fazendo isso até sexta-feira, para manter o treino", aconselha Eduardo Figueiredo.

- Tire todas as suas dúvidas sobre o Enem com a série de perguntas e respostas sobre o exame

Outra dica é conhecer bem o local da prova. "Acho importante que o estudante conheça o local da prova. Aproveite essa sexta-feira para ir até o local do exame, para saber exatamente o caminho que percorrerá no sábado. Também é necessário programar desde já como ir até o local no dia da prova. Se for de carro, veja bem onde parar, e, caso use o transporte público, qual ônibus ou trem pegar", diz o coordenador do cursinho Anglo.

- Lápis e borracha são proibidos no Enem

Também é muito importante chegar com antecedência no local da prova. Lembre-se que os portões serão abertos às 12h e fechados às 12h55, de acordo com o horário de Brasília-DF, não sendo permitida a entrada após este horário.