2 de dezembro de 2010

Artigo #1: Bruna Renata

Prostituição
A prostituição é uma das profissões mais antigas do mundo. No Brasil isso não é diferente.   Na minha cidade, por exemplo, esse assunto está há muito tempo em pauta.Tanto que em junho de 2010 esse  assunto causou polêmica na câmara de vereadores de São Leopoldo. O início de toda celeuma deu-se por conta das ações da polícia militar abordando prostitutas e seus clientes na zona norte da cidade.
A falta de consenso sobre a prostituição (se é crime ou não é) entre os muitos segmentos da sociedade é que permite muitas interpretações a respeito da lei, da liberdade e da constituição.
A  prostituição em um país livre e democrático como o nosso é vista como profissão podendo a prostituta inclusive contribuir para a previdência, mas na prática a prostituta enfrenta o preconceito, a violência, doenças sexualmente transmissíveis e a desestrutura social  e familiar, vivendo de forma precária e tendo uma velhice de abandono.
A prostituta como profissional, não é o único segmento explorado e abandonado pelo sistema capitalista. Inúmeros outros segmentos têm o mesmo tratamento como, por exemplo, os trabalhadores rurais (bóias frias) e os trabalhadores  menores de idade (crianças). A grande verdade é que em nome da subsistência o ser humano é explorado por outro ser humano.
Você pode até achar que uma prostituta poderia fazer outra escolha  ao invés dessas. No entanto, existem diversos grupos sociais.  Imaginem uma criança filha de pai alcoólatra e  de mãe prostituta.Talvez esta criança não tenha outra opção.
A prostituta incentiva uma grande gama de ilegalidades.  Onde há prostituição pode se encontrar o tráfico de drogas, a corrupção de menores, roubos, assaltos, entre outros. Mas será  que essas coisas só existem nos locais de prostituição? Fico me perguntando quem é mais letal para a sociedade, a prostituta ou o político corrupto. O corrupto por acaso não rouba? Não se prostitui? Não trafica influências? Não corrompe menores e maiores? E, o pior, é da corrupção dele que nascem todas as mazelas da sociedade inclusive a prostituição. São Leopoldo é exemplo disse. Esta cidade esteve por décadas sendo governada por uma casta de políticos corruptos e foi levada ao empobrecimento (falta de trabalho) e a evasão de empresas, além de ter ocorrido um aumento no número de assaltos e homicídios, assim como um maior trafico e consumo de drogas.

Bruna Renata

1 de dezembro de 2010

Importante: Nota do Administrador

  Ultimamente percebi que algumas pessoas tem postado comentários anônimos no blog. Isso gera dois problemas. O primeiro é que, caso a pessoa tenha feito um comentário sobre algum texto, por não informar o seu nome na hora de postar o comentário, não há como identificar quem foi o aluno que o escreveu, invalidando portanto a nota da atividade. É preciso que o professor saiba quem escreveu o comentário para avaliar o mesmo e dar então a nota pelos comentários. O segundo problema são comentários totalmente distintos da ideia proposta em sala de aula. Caso não tenham compreendido, explicarei. A ideia do professor é que cada aluno poste comentários em artigos de outros colegas, mas atenção: É preciso comentar em textos de gênero #1 e #2. Não adianta comentar em dois textos de gênero #1, por exemplo. O proposto é que o aluno comente em dois textos de assuntos diferentes, criticando ou elogiando temas distintos, fazendo com que o dono do artigo comentado perceba possíveis alterações que poderiam ser feitas em seu texto, melhorando assim cada vez mais a sua técnica de escrita. Além disso, comentários ofensivos e desnecessários serão excluídos imediatamente.
Caso ainda tenham dúvidas sobre o assunto tratado nesse post, podem me enviar um e-mail para maiores esclarecimentos, Clicando Aqui.

Obs: A publicação de comentários sobre assuntos paralelos não é proibida, mas vale lembrar novamente que, pare receber a nota dos comentários, cada aluno deve comentar em artigos de gênero #1 e #2. A partir de hoje os comentários serão moderados, visando uma filtragem de possíveis comentários ofensivos postados futuramente.

Artigo #2: Guilherme Aresi

Neymar, o Novo Dono da Vila Belmiro
Nos tempos de hoje, com tantas dificuldades trabalhistas, vemos um garoto de 18 anos de idade ganhando um salário de 500 mil reais. O que devemos pensar? Como ele consegue ganhar tudo isso com tão pouca idade? E de quem estamos falando, quem é o dono de tanta soberania financeira?
            O nome dessa personalidade é Neymar, atacante do time de futebol do Santos.
            Garoto franzino, ágil e de talento indiscutível para o futebol. Começou a fazer sucesso ao lado Paulo Henrique Ganso, André, Robinho e outros novos jogadores e essa turma toda acabou sendo chamada de “ Os Meninos da Vila “.
            Após tanto sucesso, Neymar foi pivô da demissão do treinador Dorival Júnior logo após uma confusão dentro de campo que acabou resultando na punição do jogador com suspensão de duas partidas do Campeonato Brasileiro de 2010.
            Afirma-se que Dorival foi demitido por que Neymar teria mais autoridade que o próprio Dorival em relação ao seu time. Muita gente acha que Neymar é considerado “dono” do time e com toda fama que tem pode fazer e acontecer lá dentro.
            Mas não é bem assim, a maioria que pensa isso é por que na verdade não o conhece bem.
            Foi pronunciada uma frase em que se dizia: “Neymar é um gênio da bola!” O autor dessa frase foi o hoje comentarista de esportes Neto, ex-jogador meio campo do Corinthians. Eu concordo plenamente com o que foi dito e o garoto Neymar deve mesmo ter um pouco de liberdade dentro da equipe, não muito é óbvio, mas parcialmente igual ao seu talento nas partidas do time.
            Quem nasce com um talento deve mostrar e fazer uso disso e com certeza esse garoto que é um prodígio deve ser titular em qualquer time de futebol e inclusive em nossa seleção Canarinho.

Guilherme Vitola Aresi

29 de novembro de 2010

Artigo #1: Vinícius

Duas aliadas, a violência e o crime

               Bem, como todos já sabem, em nossos dias a violência e o avanço das drogas estão em um enorme avanço em nosso país. E não é nada diferente em minha cidade, que é situada em São Leopoldo, no Estado de Rio Grande do Sul.
               Ocorreu uma situação no dia 07 de março no ano de 2010, aproximadamente às 9 horas, em um bairro de São Leopoldo. Uma denúncia anônima feita à Brigada Militar dava conta de que um homem fazia o recolhimento de dinheiro arrecadado com a venda de entorpecentes em um ponto de drogas. Alberto, 33 anos, mais conhecido como Kiko, e outros dois suspeitos identificados como Anderson, 24 anos - segurança de Kiko -, e Ailton, 22 anos - supostamente responsável pela a boca de fumo -, foram detidos em flagrante e apresentados à Polícia Civil.
               A ação apreendeu os suspeitos e junto com eles, pouco mais de R$ 1,2 mil em espécie, um revólver calibre 38, com seis cartuchos intactos e dez pedras de crack acondicionadas em um tubo de plástico. O trio foi abordado próximo a um veículo GM Astra o qual foi citado pelo denunciante.
               Bem, como já disse, a violência e o avanço das drogas estão muito avançados em nosso país, muita violência, "bondes", traficantes, polícia corrupta e muitos fatores dentro desta questão. Na maioria das vezes pessoas de má indole acham que no tráfico e no crime vão conseguir dinheiro fácil e acabam apelando para o tráfico de drogas e práticas ilícitas. Muitas vezes, pessoas desinformadas acabam sendo enganadas e caindo no tráfico de drogas e acabam no mundo do crime, e tornando-se usuários de drogas.
                Uma coisa temos que deixar bem claro: sem o consumidor não existiria o vendedor. Claro que acabar com o problema das drogas e do crime é quase que imposssível, mas, sim, podemos tentar amenizar esta situação.
                Dar o exemplo, fazer denúncias, educar nossos filhos adequadamente, estar sempre bem informado e poder contar com uma maior ação dos orgãos públicos, são ações que contribuem para o combate desse problema.

 Vinícius Thiago Albuquerque Jardim

25 de novembro de 2010

Artigo #2: Jéssica Maraschin

Urubus na Bienal
            Bandeira Branca, uma obra do artista Nuno Ramos, que ocupava o vão central do prédio que recebeu a 29ª Bienal de São Paulo causou muita polêmica. A instalação de Nuno Ramos, com três urubus em cativeiro, foi alvo de protesto e teve o muro pichado com a frase “liberte os urubus”.
            O protesto acusava supostos maus tratos nos animais, que estavam cercados por uma rede de proteção.
            Embora a fundação Bienal tenha conseguido a autorização do Ibama para o transporte e o manejo das aves que pertenciam ao Parque dos Falções, em Sergipe, o Ibama resolveu revogar a licença e pediu a retirada das aves com a justificativa de que o ambiente era fechado, sem incidência de sol e com excesso de barulho.
            Primeiramente, as aves estavam sendo bem tratadas, pois já eram criadas em cativeiro no parque ao que pertenciam e eram acompanhadas diariamente por um criador. Além disso, a instalação da Bienal foi inspecionada  por um médico veterinário antes das aves serem levadas.
            Em segundo lugar, porque as pessoas  estavam protestando sobre o trabalho de um artista que tem toda liberdade de expressão, além de ter a permissão do Ibama? As aves estavam sendo tratadas melhores do que muita gente, que todo dia morre de fome e são exploradas e assediadas. Porque estas mesmas pessoas não se preocupam com tais problemas sociais? “eu poderia segurar uma faixa 'Solte o animais', isto não é protegê-los. Porque as pessoas não se juntam aos voluntários para tratar os animais?” questionou José Percílio Menezes, fundador do Parque dos Falções.
            Enfim, as pessoas realmente não se preocupam com as vacas e os bois que são sacrificados todos os dias, e nem sequer se lembram dos cachorros nas ruas que ficam revirando as lixeiras para terem algo para comer. Não pensam em quando deixaram abandonado o seu cachorro, ou o gato, ou qualquer outro animal pelo simples motivo de não quererem mais criá-los. E agora se importam com as aves que estavam expostas tão bem tratadas com comida e médico veterinário. Realmente não tem como entender essas pessoas.
            Seria mais correto se essas preocupações fossem voltadas para um bem maior, como, por exemplo, a saúde precária de nosso país ou até mesmo o abandono dos idosos.

Jéssica Maraschin

20 de novembro de 2010

Artigo #2: Bruna Fernanda

Jogada de palhaço

 Um palhaço, um bordão popular e uma campanha bem bolada, esses foram os elementos fundamentais que levaram Francisco Everardo Oliveira Silva, o famoso Tiririca, a se tornar o deputado federal mais votado do Brasil nessas eleições, com mais de um milhão de votos conquistados em São Paulo.
Mas será que toda essa história foi uma grande manifestação contra a política atual ou um meio de manipular os eleitores desiludidos e que ansiavam por um representante do povo?
 Na minha opinião, as evidências que comprovam que Tiririca é analfabeto é que mostram que o que está ruim pode sim piorar, pois o mínimo que se exige de um deputado é que ele possa ler, encaminhar documentos e buscar recursos para seu estado.
 É claro que conhecer os problemas e dificuldades que o povo enfrenta é algo importante, mas sem atitudes concretas e sérias, as piadinhas e a alegria não passam de mera palhaçada.
 Mas, apesar de toda essa história é preciso reconhecer que Tiririca conseguiu elevar seu índice de popularidade em apenas alguns meses, enquanto que Lula demorou anos para conquistar esse mérito.
Será que, daqui a algum tempo não teremos um palhaço como presidente? Fica a questão.


Bruna Fernanda da Rosa dos Santos

Artigo #1: Bruna Fernanda

Recursos indispensáveis

 As cidades brasileiras enfrentam problemas que infelizmente já fazem parte do cotidiano da população. E em São Leopoldo, cidade da região metropolitana de Porto Alegre, a situação não é diferente. Assuntos como falta de segurança, de moradia adequada e precariedade nos sistemas de esgoto e de água diariamente estampam as capas dos jornais locais.
 Na minha opinião, apesar desses “concorrentes de peso”, a principal vilã da história é mesmo a violência. E não são poucos os casos de assalto em São Leopoldo, tendo como destaque os ocorridos na ponte do Rio dos Sinos que, sem monitoramento policial, se torna um “ponto fácil” para a ação de bandidos.
Em meio a tudo isso, felizmente estão sendo encaminhadas iniciativas voltadas para os problemas presentes na sociedade.
Um exemplo é a ida dos prefeitos da região à Brasília, noticiada pelo Jornal VS do mês de outubro, em busca de recursos do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento 2), quando compareceram os prefeitos de Sapucaia do sul, São Leopoldo, Esteio e Sapiranga.
 Enquanto isso, nós leopoldenses, aguardamos com esperança que essas ações, juntamente com outras, possam devolver à São Leopoldo aquele aconchego e segurança de antigamente.

Bruna Fernanda da Rosa dos Santos